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Da saga “Sequelas que Ninguém Pediu”, chega-nos Plano de Fuga 2: Hades, que enquanto tem a sua estreia em home video e on-demand nos Estados Unidos, por cá teremos a oportunidade de o ver nas salas. Mas, realmente, era preciso o Stallone vir outra vez?

 
Quando The Crew saiu em 2014, o grande destaque foi o enorme mapa, onde nos jogadores pudessem explorar os Estados Unidos inteiro de carro, com centenas de corridas variadas e uma história policial digna de Hollywood. A maioria gostou, com os restantes a acharem um lançamento que podia ter sido melhor, mas não fora nenhuma tragédia.

Filme: Terminal

 
É difícil ser-se criativo em Hollywood, sobretudo quando se tem uma visão especifica. Entre grandes estúdios se envolverem nas decisões criativas, à sensibilidade fazer um filme genérico suficiente para atrair as massas, quando se tem uma ideia diferente, existe uma maior dificuldade em atrair público.

 
Já passaram cinco meses desde que vimos Os Últimos Jedi, que deixou meio mundo boquiaberto, com a outra metade a duvidar se a nova trilogia iria tomar um caminho menos interessante.
 
Mas antes, Rogue One mostrou que Star Wars é muito mais que as suas trilogias e que as suas histórias paralelas valem, e muito, a pena contar. Isto sobretudo se mostrar novas personagens que poderão ir mais a fundo o enorme universo que George Lucas criou. Agora chegou a vez de Han Solo contar a sua história.

 
Em cada década, acabamos por ver estrear filmes de comédia que, vistos muito mais tarde são capazes de fazer situar o mundo como ele era naquele momento. Há 10 anos atrás, foram as comédias com Vince Vaughn e Ben Stiller, e muito ligadas ao amor.

  
Nicholas Cage tem andado ocupado nos últimos anos, passando do grande ecrã para o universo de cinema de série-B, entrando em dezenas de filmes de fraca substância. Mas este Cuidado Com a Mamã e o Papá é capaz de ser um ponto de viragem.
 
Entretanto, Brian Taylor, que acaba de lançar a sua nova série Happy! na Netflix, traz agora um filme com uma premissa demasiado lunática para ser verdade.

Filme: Anon

 
Provavelmente vindo da popularidade da série de culto Black Mirror, ou pelo menos inspirada na antologia de “terror-porque-é-completamente-plausível”, vem um filme que estreia na Netflix em muitos países estrangeiros, mas que alguns terão a oportunidade de ver no grande ecrã.
 
Sendo apologista que os filmes vêem-se melhor numa sala escura, num ecrã 20 vezes maior que eu, Anon foi um filme que não tinha nenhuma expectativa atrás dele e com tudo para se dar bem.

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