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Já passaram cinco meses desde que vimos Os Últimos Jedi, que deixou meio mundo boquiaberto, com a outra metade a duvidar se a nova trilogia iria tomar um caminho menos interessante.
 
Mas antes, Rogue One mostrou que Star Wars é muito mais que as suas trilogias e que as suas histórias paralelas valem, e muito, a pena contar. Isto sobretudo se mostrar novas personagens que poderão ir mais a fundo o enorme universo que George Lucas criou. Agora chegou a vez de Han Solo contar a sua história.

  
Nicholas Cage tem andado ocupado nos últimos anos, passando do grande ecrã para o universo de cinema de série-B, entrando em dezenas de filmes de fraca substância. Mas este Cuidado Com a Mamã e o Papá é capaz de ser um ponto de viragem.
 
Entretanto, Brian Taylor, que acaba de lançar a sua nova série Happy! na Netflix, traz agora um filme com uma premissa demasiado lunática para ser verdade.

Filme: Anon

 
Provavelmente vindo da popularidade da série de culto Black Mirror, ou pelo menos inspirada na antologia de “terror-porque-é-completamente-plausível”, vem um filme que estreia na Netflix em muitos países estrangeiros, mas que alguns terão a oportunidade de ver no grande ecrã.
 
Sendo apologista que os filmes vêem-se melhor numa sala escura, num ecrã 20 vezes maior que eu, Anon foi um filme que não tinha nenhuma expectativa atrás dele e com tudo para se dar bem.

 
Pode ser estranho haver um novo filme da produtora Blumhouse, tão pouco tempo depois da estreia de Verdade ou Consequência nas salas, mas é um facto relativamente conhecido que a produtora de terror mais rentável do mundo está sempre com algo nas mangas e muitas vezes são segredos bem guardados.

 
Numa altura em que o box-office é dominado por franchises e blockbusters, em grande parte os chamados “filmes-pipoca”, nunca se sabe como o público vai reagir a um filme independente de género. Foi assim que surgiu Um Lugar Silencioso, vindo da obscuridade e que nas últimas semanas tem dominado o top de filmes mais vistos nos Estados Unidos, criando um hype incansável atrás dum filme que tinha tudo para se manter na escuridão.

Vingadores: Guerra do Infinito

Uma década depois, não podíamos imaginar tudo o que nos levaria a este ponto: o filme-evento mais esperado do ano.

Longe das ambições do visionário Kevin Feige, produtor de inúmeros filmes da Marvel antes da criação da Marvel Studios. Enquanto nós, público, deliravamos com o primeiro Homem de Ferro, já Feige estava a quatro passos à frente, culminando no primeiro filme dos Vingadores. A partir daí, foi blockbuster atrás de blockbuster, construindo ainda mais um universo que iria mais tarde ou mais cedo acabar na derradeira batalha contra um inimigo comum: Thanos.

 
Jason Blum é o homem do momento em Hollywood. Produziu há uma década o que se acabaria por tornar na revolução do cinema de terror modernos e alguns dos seus sub-géneros, como o found-footage Actividade Paranormal. Mais recentemente viu um dos seus maiores sucessos nomeado em quatro categorias para os Óscares, Foge, tendo vencido o Óscar de Melhor Argumento Original, pela mão de Jordan Peele, que também realizou. 

 
É curioso como um nome como Steven Spielberg ainda carrega muito peso em 2018, num panorama de cinema dominado por super-heróis.
 
Mesmo assim, nada impediu o realizador de uma mão cheia de blockbusters, por muitos considerados intemporais, que foi capaz de meter um pé no hype ao adaptar o popular livro de Ernest Cline, então conhecido como uma ficção com centenas de referências da cultura-pop dos nossos tempos. Como será que Spielberg se deu neste Ready Player One – Jogador 1?
 

As adaptações de videojogos para cinema têm uma má reputação. Por alguma razão, ainda no início dos anos ’90, os estúdios norte-americanos viram o quão apelativo sería tornar em filme algo que os jovens jogavam nas arcadas ou em casa, trazendo a experiência do mundo virtual interactivo para um mundo cinematográfico.

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