Filme: Han Solo – Uma História de Star Wars

 
Já passaram cinco meses desde que vimos Os Últimos Jedi, que deixou meio mundo boquiaberto, com a outra metade a duvidar se a nova trilogia iria tomar um caminho menos interessante.
 
Mas antes, Rogue One mostrou que Star Wars é muito mais que as suas trilogias e que as suas histórias paralelas valem, e muito, a pena contar. Isto sobretudo se mostrar novas personagens que poderão ir mais a fundo o enorme universo que George Lucas criou. Agora chegou a vez de Han Solo contar a sua história.

 
 

A Origem Dum Ladrão

Han Solo: Uma História de Star Wars é, sem dúvida, um filme que conta a origem da tão amada personagem, originalmente protagonizada por Harrison Ford. Desta vez cabe a Alden Ehrenreich ser o ladrão mais charmoso da história do cinema.
 
 
Muito antes do Millennium Falcon ser a sua nave de eleição, nesta aventura vamos apanhando algumas outras explicações de factos que já duram décadas, desde dos dados dourados, à amizade com Lando Calrissian (Donald Glover) e Chewbacca (Joonas Suotamo).
 
Há uma certa nostalgia em ver as versões jovens de personagens icónicas, que claramente são uma extensão do que já sabemos sobre eles, nunca comprometendo a ideia que temos sobre eles, reagindo exactamente como esperado nas diversas situações.
 
Por outro lado, a apresentação de personagens até agora desconhecidas, sobretudo a namorada de Solo, Qi’ra (Emilia Clarke), deixa-nos a pensar um pouco sobre como influenciaram o universo enquanto se passavam outras coisas no universo.

Em Nome da Aventura

É na exploração das personagens que o filme ganha mais pontos, juntamente com uma aventura onde não existe nenhum momento aborrecido.
 
 
A distância que este filme tem dos acontecimentos actuais de Star Wars é no oposto polar, permitindo assim nós nos perdermos sem sequer pensarmos que existe algo que será relevante no último filme da trilogia, ainda sem título, a estrear em 2019.
 
O facto de passarem apenas cinco meses desde do nosso último convivio com Star Wars, seria natural sentir alguma saturação tão pouco tempo depois. Ainda mais desde que passou apenas um mês desde do choque dos Vingadores.
 
Novamente Han Solo ganha, porque é apresentado como um filme que permite esquecer praticamente tudo o que sabemos sobre o universo e apreciar a aventura sobre um roubo de “hipercombustível”.

O Drama Faz o Mundo Girar

Não é desconhecido os vários problemas que o filme teve durante a sua produção, desde da dupla de realizadores Phil Lord e Christopher Miller terem saído, sendo substituídos por Ron Howard, realizador meteorizado pelo próprio Lucas; a Alden Ehrenreich necessitar intervenção profissional como actor a pedido pela Lucasfilm.
 
 
Este drama todo foi comparado com outras produções cujos problemas resultaram em filmes com algumas falhas, mas que neste caso, o produto final não demonstra absolutamente nada negativo que valha a pena apontar.
 
Não é de todo um filme perfeito, mas é longe de ser o filme mau que a opinião pública criou em torno destes anúncios e outros rumores entretanto, provando que mais vale julgar algo no fim, depois de mostrar aquilo que ele realmente é feito.
 
Só queríamos era mais tempo de antena com Donald Glover!
 
 

Tags: filme, Han Solo, Star Wars

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