Filme: Plano de Fuga 2: Hades

 
Da saga “Sequelas que Ninguém Pediu”, chega-nos Plano de Fuga 2: Hades, que enquanto tem a sua estreia em home video e on-demand nos Estados Unidos, por cá teremos a oportunidade de o ver nas salas. Mas, realmente, era preciso o Stallone vir outra vez?

Confinados em Mil Paredes

Depois de ajudar Schwarzenegger a escapar no primeiro filme, Ray Breslin (Sylvester Stallone) abriu a sua própria empresa de segurança privada, especializando em missões de alto risco.
Mas quando uma das missões resulta na morte dum civil, Breslin é forçado a despedir um dos seus melhores operativos, Kimbral (Wes Chatham), que preferiu confiar num software inteligente que na sua própria equipa, podendo ter evitado a situação.
 
Pouco tempo depois, os restantes operativos Shu (Xiaoming Huang) e Luke (Jesse Metcalfe), são raptados e colocados numa prisão de máxima segurança, denomidada o Zoo, pois “apenas os mais fortes sobrevivem”.
 
Agora com o desaparecimento da sua equipa, Breslin, juntamente com o hacker Hush (50 Cent), Abigail (Jaimie King) e o especialista de armas Derosa (Dave Bautista), têm que encontrar e salvar a sua equipa.

Bang-Bang, Boom-Boom

Como seria mais que esperado, este Plano de Fuga 2: Hades não vem aqui tentar ser um filme que muda vidas ou que até inspire seja o que for. Estamos perante um filme carregado de testosterona, que vai bem com uma grade de cerveja e pizza.
 
 
Dito isto, a narrativa e os actores podem não ser propriamente os melhores, mas há todo um divertimento, que fará os fãs de filmes de série-B delirar com todos os tiros, explosões e one-liners nada memoráveis, mas que apenas adicionam uma camada de ser mau e fixe.

Parem Com Estas Sequelas, Por Favor

Este subtítulo acima é referente à grande quantidade que as produtoras em Hollywood e na China, que continuam a lançar filmes de baixo-orçamento, à procura duns trocos à custa de um talento de renome e mostrar algum talento local.
 
 
É de facto que Stallone já não tem o chamado star power que tinha durante as décadas de ’80 e ’90. Aliás, esses são os filmes que são melhor recordados, depois do anúncio surpresa que o clássico Stallone vs. Snipes, O Homem Demolidor, irá ser homenageado durante a San Diego Comic-Con deste ano.
 
Aqui o talento local chama-se Xiaoming Huang, um actor especializado em artes marciais é o maior destaque deste filme, sendo que as coreografias as que mais impressionam no meio dum filme que atinge o mínimo dos mínimos a ser decente.
 
No fim, percebemos que estas sequelas existem também porque as contas da luz nas mansões em Hollywood precisam de ser pagas, e quando o dinheiro é verde, é possível ir aos correios acertar contas. Sim, porque Stallone paga a conta da luz nos correios.
 
 

Tags: filme, Hades, plano de fuga

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