Análise God Of War: A gift from the Gods

God of War é o novo título da developer Santa Monica Studio. O estúdio é mais conhecido por nos trazer jogos como Everyone Gone to Rapture, The Order 1886 e os anteriores God of War’s.

Apesar do título apenas ser God of War, não se deixe enganar. Este jogo não é uma prequela nem um reboot, mas sim uma sequela de “God of War III”, um pouco envelhecidos, e com um look diferente daquele que estamos habituados.

Enverga uma grande barba e um novo shoulder pad de couro em contraste ao metálico que usava anteriormente. A personagem possuisinais do seu passado como a marca que apresenta no torso após ter sido trespassado pela “Blade of the Olympus”.

God of War
Algo que me preocupava antes de ter jogado este título foi o facto de ter sido dado um grande destaque ao seu filho Atreus na promoção do jogo, anunciando que este iria acompanhar Kratos nas suas aventuras.
Por momentos pensei que o jogo fosse uma enorme “escort mission”, mas os meus receios foram em vão visto que Atreus é das ferramentas mais poderosas que Kratos tem à sua disposição para derrotar os seus inimigos. Atreus está armado com um arco e flechas e com o seu move set pode prender, distrair e dar dano de uma forma bastante eficaz.

God of War
Uma das grandes novidades que God of War traz à franquia é a nova arma de Kratos, o “Leviathan Axe”. Este funciona de uma forma bastante diferente das famosas Blades of Chaos focando-se mais no combate corpo a corpo e adequando-se perfeitamente à nova perspetiva de terceira pessoa que o jogo apresenta.

O “Leviathan Axe” também tem uma mecânica bastante interessante visto que funciona como a Mjolnir, a famosa arma de Thor, ou seja, este pode ser atirado para qualquer lado e retorna à mão do seu Kratos quando é chamado.

God of War
A história deste jogo é uma viagem épica pela mitologia grega onde acompanhamos pai e filho que querem largar as cinzas da mãe de Atreus e esposa de Kratos na montanha mais alta do mundo. A história pode parecer simples mas é a viagem que importa.

Durante as suas aventuras, esta dupla viaja por sítios incríveis e conhece personagens bastante caricatas como os anões que vendem e fazem upgrades aos itens de Kratos.

O final de God of War é sublime, deixando várias questões em aberto!

Algo muito bom que fizeram no jogo foi o facto de o terem tornado num RPG de mundo aberto onde é possível explorar e continuar a evoluir itens mesmo depois dos créditos rolarem.

God of War
Os gráficos deste jogo são super realistas. Tanto as personagens como o ambiente que os rodeia apresenta um detalhe incrível. Uma das features a destacar é o facto de na Playstation Pro ser possível optar por duas configurações. Uma favorece a resolução, apresentado uma resolução perto do 4k, e a outra que favorece o performance aproximando-se dos 60 frames por segundo.

Highest Mountain

A Santa Monica Studio conseguiu criar com este jogo algo muito especial, desde o facto de terem conseguido incorporar perfeitamente a mitologia nórdica ao facto de todas as personagens que conhecemos serem complexas e multidimensionais.

Kratos e Atreus
Na minha opinião, este jogo é obrigatório caso tenha uma Playstation 4. Caso não possua aconselho-o a adquirir uma porque vale bastante a pena jogar este título. Após ter passado quase trinta horas neste mundo incrível, posso dizer-vos que estamos perante um dos melhores jogos desta geração de consolas.

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